Nesta quinta-feira (03), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou a morte do chefe do estado Islâmico em uma operação que o país estava realizando na Síria. Ibrahim al-Hashimi al-Qurayshi foi morto durante a madrugada e agora é estimado que os conflitos com os grupos do Estado Islâmico fiquem ainda mais densos nos próximos dias.
Em apenas uma madrugada, o ataque norte-americano deixou ao menos 13 mortos – número que foi identificado até o fechamento desta matéria. O número de civis foi de sete pessoas, sendo 3 mulheres e ao menos 4 crianças inocentes. De acordo com Biden, essa foi a maior operação depois do ano de 2019, quando conseguiram matar outro chefe do estado, Abu Bakr al-Baghdadi.
O comunicado dos Estados Unidos ocorreu na Casa Branca com a presença da imprensa. E, segundo o presidente, isso somente foi possível graças à bravura que as Forças Armadas tiveram na sua luta contra o terrorismo que vem sendo enfrentando na região da Síria. Até então, o que a mídia sabia era sobre a declaração do Pentágono durante o começo da manhã ao publicarem uma nota afirmando que tinham realizado uma ação bem sucedida de cunho anti terrorista e que mais tarde iriam revelar informações concretas sobre ela.
Recentemente, os Estados Unidos estavam se envolvendo em conflitos com a Rússia. No entanto, eles estão com menor intensidade nesta semana. A Otan estava acusando os russos de estarem com mais de 100 mil soldados prontos para atacar a Ucrânia.
