Os Estados Unidos estão apreensivos sobre a possibilidade da Rússia instalar armas nucleares na Bieolorrusia – país que se declarou independente durante o ano de 1990, quando a União Soviética estava passando por seus momentos de decadência. O país faz fronteira com a Ucrânia e Polónia e vem se tornando um dos alvos de Putin.
Durante essa semana, a OTAN, criada logo após a Segunda Guerra Mundial e início da Guerra Fria, afirmou que ao menos 100 mil soldados russos estavam na região que faz fronteira com a Ucrânia e que a situação não é algo comum. Os riscos são de que Putin tente recuperar o território que, até o ano de 1991, permaneceu da União Soviética.
A Espanha argumentou que se Putin tomar decisões agressivas em relação à invasão da Ucrânia, poderá cortar laços com a União Europeia e, assim sendo, perde a garantia de negociações futuras. Boatos também informam que o Canadá teria enviado ao menos 200 soldados para treinar os soldasos ucranianos para garantir a proteção em uma possível invasão que ainda pode acontecer nesta semana.
A Alemanha também se manifestou sobre o assunto e disse que poderia interromper a criação de um oleoduto que seria construído em parceria com a Rússia caso houvesse uma invasão e ela compromete a democracia dos países que se tornaram independentes após a queda da União Soviética.
Acompanhe o Jornal Social para se manter atualizado sobre política em escala nacional e internacional. Nosso portal publica mais de 40 notícias por dia.
