Durante essa quarta-feira (19), o jogador Robinho foi condenado definitivamente pela Justiça Italiana por estupro coletivo. A justiça decidiu que ele seria condenado a 09 anos de prisão. O crime já é antigo, mas veio à tona recentemente.
O estupro coletivo ocorreu durante o ano de 2013, quando o jogador estava em Milan com seus amigos e acabaram abusando, em uma festa, de uma jovem. Ela argumentou em seu depoimento que foi obrigada a ter relações enquanto estava dopada.
Ainda não se sabe se o atleta deve conseguir a liberdade no Brasil: a Constituição criada durante a década de 80 prevê que haja a extradição dos nativos para prisões de outros países. O pedido de prisão está previsto para ser liberado em até 30 dias. A primeira instância do caso ocorreu durante o ano de 2017 enquanto a segunda em 2020.
Muitos fãs do jogador argumentaram que a jovem estaria apenas usando as denúncias para destruir a carreira de Robinho e tirar dinheiro dele. No entanto, ela conseguiu provar que o estupro realmente aconteceu e venceu o processo na Itália, apesar do tempo que teve que esperar para que isso acontecesse.
Thyago Mendes, advogado criminalista e sócio do escritório Munhoz, Mendes & Ponte Advogados Associados, argumenta que por se tratar de um cidadão brasileiro, pode acontecer dele ter que vir para o Brasil e não cumprir a pena que foi determinada no exterior. Robinho poderá ficar no país em que nasceu e somente será preso se for a algum país que seja parceiro da Itália.
