De acordo com uma equipe de cientistas do American Chemical Society durante a última quinta-feira (24), estão realizando o desenvolvimento de uma pílula anticoncepcional masculina que já havia sido testada em camundongos e foi confirmado que conta com ao menos 99% de eficácia.
O que acontece é que várias outras semelhantes já foram criadas e não entraram para o mercado? Por que?
Em nossa cultura, é função quase única e exclusiva da mulher garantir que não haverá uma gravidez. O abordo é proibido por parte da mãe, mas no Brasil, uma grande gama de pais não assumem os seus filhos – tanto que ao menos 85% dos chefes de família do Auxílio Brasil, que é pago a grupos com renda familiar per capita inferior a R$ 200, é formado por mulheres.
Nas redes sociais, uma internauta brincou com a situação mas deixou ainda mais à mostra sobre em quem ficarão os encargos de uma gravidez indesejada:
“Eu mostrei a matéria para o meu marido e ele falou que não iria tomar. Eu perguntei porquê. E ele falou: e se tiver homo que não fala bem para a minha saúde? Eu achei curioso porque eu posso tomar hormônio todo dia e ele não se preocupa com isso, mas ele não pode?”
Outra internauta compartilhou a matéria do G1 e disse que nenhum homem vai querer tomar todo dia, ainda mais solteiro, porque se ele engravidar uma mulher, basta apenas pagar um valor quase nulo de pensão e nem precisa cuidar da criança, alguns nem mesmo assumem o filho. Se a responsabilidade da criança não cair sobre eles, não teria porquê tomar.
O doutor Abdullah Al Noman, graduado da Universidade de Minnesota, que está sendo repsonável por liderar o proejto, afirmou que esese tipo de pílula anticoncepcional devera contar com menos hormônios que a feminina e que, devido a isso, seria mais saudável para o sexo masculino. Os testes, segundo ele, estão previstos para acontecer até final deste ano nos humanos para garantir que realmente é eficaz na prática.
