Médicos retiram 62 colheres do estômago de paciente

De acordo com o canal indiano Aaj Rak, os talheres estavam sem os cabos, e todo o procedimento levou cerca de duas horas.

Por Renata Nicolli

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Médicos de um hospital privado em Muzaffarnagar, na Índia, retiraram 62 colheres do estômago de um paciente de 32 anos, que precisou passar por uma cirurgia de emergência para a retirada dos talheres.

De acordo com o canal indiano Aaj Rak, os talheres estavam sem os cabos, e todo o procedimento levou cerca de duas horas.

Colheres no estômago de paciente estavam sendo consumidas há cerca de um ano

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O homem, que foi identificado como Vijay, é morador da vila de Bopada e chegou à unidade com fortes dores na região do estômago.

Conforme os médicos que atenderam a ocorrência, o paciente logo passou por uma radiografia que mostrou as dezenas de colheres em sua barriga.

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Segundo Rakesh Khurrana, cirurgião que atendeu ao caso, o paciente já vinha comendo as colheres por aproximadamente um ano. Ele sofre de transtornos psicológicos e é usuário de drogas.

Mulher engole 55 pilhas e deixa médicos chocados

Mulher engole 55 pilhas e choca médicos durante consulta no hospital Saint Vincent’s University, em Dublin, na Irlanda.

De acordo com os especialistas, os objetos foram identificados por meio de um raio-X no estômago e no intestino de uma idosa de 66 anos.

No hospital, o estado de saúde da mulher impressionou os médicos, já que as pilhas não causaram nenhuma obstrução no sistema gastrointestinal na paciente.

Em um primeiro momento, os profissionais do hospital decidiram que a idosa iria liberar as pilhas de forma natural, pelas fezes. No entanto, a paciente só conseguiu evacuar cinco das 55 pilhas. 

Após começar a apresentar dores no estômago, os médicos decidiram retirar as 46 pilhas restantes por meio de uma cirurgia, já que o órgão da paciente estava distendido e pendurado acima do osso púbico.

Na cirurgia, os médicos conseguiram retirar quase todas as pilhas, exceto 4 unidades, o que levou a paciente a passar por um processo de ‘ordenhação’ para retirada do restante. O procedimento foi um sucesso, e as quatro unidades saíram pelo intestino.

“ATÉ ONDE SABEMOS, ESTE CASO REPRESENTA O MAIOR NÚMERO RELATADO DE BATERIAS INGERIDAS EM UM ÚNICO PONTO NO TEMPO”, AFIRMOU O HOSPITAL.

As 55 pilhas ingeridas variavam entre os tipos AA e AAA, e os médicos aproveitaram a repercussão do caso para destacarem o perigo da ingestão de objetos do tipo.

“O potencial das baterias cilíndricas para resultar em emergências cirúrgicas agudas não deve ser subestimado. Esse tipo de ingestão pode causar lesão da mucosa, perfuração e obstrução”, finalizaram.

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