O presidente Jair Bolsonaro é proibido de usar o termo “Lepra” em seus discursos, para se referir a Hanseníase. O resultado da ação saiu no dia 15 de janeiro (sábado), e é uma decisão da 3º Vara Federal do estado do Rio de Janeiro.
Assim, caso venha a descumprir a decisão da 3º Vara – RJ, o presidente terá que pagar uma multa de 50 mil reais por dia. Entenda o caso!
Bolsonaro Hanseníase não pode mais se referir a Hanseníase como “Lepra”
O presidente Jair Bolsonaro utilizou recentemente o termo “Lepra” em seu discurso em Santa Catarina, mais especificamente em Chapecó. E, ao falar sobre os males da humanidade, mencionou que a “Lepra” era o maior problema na época em que Jesus Cristo vivia. Contudo, mesmo ela ainda existindo nos dias atuais, o mundo conseguiu sobreviver.
Dessa forma, o Morhan (Movimento de Reintegração das Pessoas com Hanseníase) moveu uma ação contra o presidente, proibindo-o de se referir a doença como “Lepra”. Mas, o porquê disso?
A verdade é a utilização do termo “Lepra” é proibido por lei. A lei nº 9.010 de 1995 instituiu essa proibição, e serve, justamente, para retirar o preconceito que existe sobre a doença. Desse modo, a alteração para o termo “Hanseníase” ajudou bastante nesse processo.
