O julgamento do jogador Robinho durou na faixa de 30 minutos e a sentença foi de 9 anos de prisão com ordem emitida em até um mês. O crime ocorreu durante o ano de 2013, quando ele estuprou, junto aos seus colegas, uma moça de origem albanesa que estava dopada enquanto estavam em uma festa em Milão.
A primeira instância ocorreu durante o ano de 2017 e a segunda somente em 2020: a vítima conseguiu provar o estupro coletivo. Os amigos afirmam que ele está abalado e internautas se questionam:
“se ele está abalado, imagine a menina que foi estuprada e teve que esperar anos pela justiça, que aguentou que estava inventando uma história apenas para tirar dinheiro de Robinho!”
Patrick Casagrande, advogado, mestre em direito internacional, afirmou que Robinho pode cumprir a pena que foi dada pela Justiça Italiana somente se o Brasil decidir cooperar. No entanto, como a Constituição da década de 80 prevê que não haja a extradição de brasileiros e garante que a pena seja cumprida somente no Brasil, os crimes que ocorreram no exterior podem não garantir a prisão no Brasil.
O caso voltou à tona somente durante o ano de 2020 quando o Santos anunciou que estaria contratando de volta o jogador que foi acusado de estupro. Levantando, assim, uma série de contestações de seus seguidores e torcedores. Os torcedores do Peixe começaram a condenar a direção pela decisão e o processo de contratação não foi para frente.
