Um trabalhador filmou a própria tentativa de assassinato em Imperatriz, a 629 km de São Luís, no Maranhão. O crime ocorreu, na quarta-feira (31), durante uma discussão entre o prestador de serviço e proprietário de uma oficina mecânica. (Assista abaixo)
A situação foi registrada em uma oficina especializada em maquinário pesado, onde o soldador que registrou as imagens estava trabalhando.
A gravação inicia com ele perguntando ao chefe, que aparece apontando para uma retroescavadeira, se continuará sendo xingada por ele. Os dois começam a discutir e o empresário afirma: “Então espera aí”, e vai andando até o seu veículo.
“Olha lá, vai pegar uma arma lá e vai querer atirar em mim”, diz o soldador, e logo o barulho de um disparo de arma de fogo pode ser ouvido. Ele começa a correr, é atingido por um tiro, cai no chão e pede que os colegas chamem uma ambulância.
O homem foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e não corre risco de vida. Em depoimento, ele afirmou que já havia discutido com o patrão anteriormente. E, gravou a situação porque sabia que o empresário andava armado e tinha medo do que poderia acontecer.
Segundo o jornal local ‘Imaranhense’, familiares do soldador relataram que ele trabalhava por serviço e não teria recebido o valor combinado, por isso, os dois se desentenderam.
Veja:
Patrão atira em empregado de oficina durante discussão em Imperatriz no Maranhão. Caso ocorreu na quarta-feira, 31.
Acesse: https://t.co/z6OlIvyP5b pic.twitter.com/0WAPTlNdmx
— iMaranhense (@iMaranhense) June 1, 2023
Em fevereiro deste ano, um caseiro foi preso pelo assassinato do proprietário da fazenda em que trabalhava na cidade de João Pinheiro, em Minas Gerais (MG). A vítima foi identificada como Fernando Lubito, de 32 anos.
De acordo com a Polícia Civil, o corpo de Fernando estava enterrado próximo a fazenda. Ele apresentava diversos ferimentos pelo corpo, entre eles, perfurações por faca e dentes quebrados. Uma espingarda rachada também foi encontrada próxima ao cadáver.
O delegado Danniel Pedro, responsável pelo caso, explicou que o homem trabalhava na fazenda como caseiro há apenas dois meses e que durante as buscas pela vítima atrapalhou a investigação de diversas formas.
“Ele omitiu diversas informações, inclusive a respeito de um desentendimento que teve com a vítima no dia dos fatos. Também tentou ludibriar as equipes de busca indicando locais falsos, em sentido oposto de onde o corpo foi encontrado, com o intuito de dificultar a ação da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros”, disse Pedro.
