Um pai e sua filha foram mortos dentro de casa em Tapurah, no Mato Grosso (MT), durante a madrugada de terça-feira (18). As vítimas foram identificadas como Roque Xavier, 38 anos, e Thais Vitoria Pontes Xavier, 15 anos.
Segundo a Polícia Civil, dois criminosos armados invadiram a residência, que fica nos fundos de uma oficina mecânica, no bairro São Cristóvão, por volta das 4h. No local estavam outros familiares das vítimas, mas os bandidos procuravam especificamente por “Roque e Thais”.
Assim que encontraram Roque em um quarto, eles levaram o homem para a sala da casa, onde Thais dormia. Ainda conforme os relatos, os assassinos então atiraram contra a adolescente e, na sequência, esfaquearam pai e filha.
Thais foi ferida com um disparo de arma de fogo no peito e várias facadas na região do pescoço, enquanto Roque foi golpeado no rosto, pescoço e nuca.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Guilherme Pompeo Pimenta Negri, os parentes que estavam no imóvel afirmaram não serem capazes de reconhecer os bandidos, principalmente porque um deles escondia o rosto com uma camiseta e o outro usava um capacete.
Em entrevista ao jornal ‘O Globo’, Negri afirmou que Thais já fez parte de uma facção que atua no tráfico de drogas da região e que os homicídios podem estar relacionados com o crime organizado, mas nada foi confirmado até o momento.
Roque era ex-presidiário e havia saído da cadeia há apenas 90 dias, depois de cumprir pena por um homicídio cometido em 2018. Ele e a filha moravam de favor na casa de um ex-cunhado do homem e tio da jovem, onde foram mortos.
A Polícia Civil trabalha para esclarecer o crime que deixou pai e filha mortos no Mato Grosso.
No último domingo (16), um pai e sua filha foram presos em por agredir uma médica, depredar um hospital e colaborar para a morte de uma paciente que estava internada no Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, em Irajá, no Rio de Janeiro, e faleceu durante a confusão.
De acordo com a Secretaria de Saúde, o homem apresentava um pequeno corte em um dedo das mãos quando os dois chegaram ao hospital por volta das 3h30. Ao serem informados de que era necessário aguardar, pois havia pacientes em estado mais grave para serem atendidos antes, eles começaram a confusão.
A defesa alega que os dois são inocentes, principalmente, quanto a morte da paciente do hospital público. “É querer culpar uma ineficiência do estado em cima de duas pessoas que têm a idoneidade comprovada”, declarou o advogado Claudio Rodrigues.
