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Homem que matou policial civil no DF morre em confronto com a PM em Goiás

A vítima era ex-esposa do assassino e trabalhava na Delegacia de Atendimento à Mulher

Por Caroline Berticelli

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Leandro Peres Ferreira, de 46 anos, procurado por matar a policial civil Valderia da Silva Barbosa Peres, de 45 anos, no Distrito Federal (DF), morreu em confronto com a Polícia Militar em Porangatu, no norte de Goiás, nesta segunda-feira (14). O crime ocorreu na última sexta-feira (11) e o homem era considerado foragido. 

De acordo com a PM, Leandro foi localizado em uma estrada vicinal, às margens da BR-153, durante a madrugada. Após ser baleado, ele chegou a ser socorrido e encaminhado para um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. 

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Policial civil morta no DF

A policial civil foi morta com 64 facadas em Arniqueira (DF), por volta do meio-dia, dentro da própria casa. Ela trabalhava na Delegacia de Atendimento à Mulher II (Deam II), em Ceilândia.

Quem descobriu o corpo foi um de seus filhos. O jovem de 24 anos relatou à polícia que foi até a residência da mãe e encontrou a porta do quarto dela trancada. Desconfiado, ele deu a volta no imóvel, arrombou uma janela, entrou no cômodo e se deparou com a mãe já sem vida, caída no chão do banheiro. 

Destaques sobre *** por e-mail

Segundo os dois filhos da vítima, ela e o ex-marido estavam em processo de separação e ele havia saído de casa há cerca de um mês. No entanto, o homem não aceitava o fim do relacionamento e vinha perseguindo Valderia para convencê-la a reatar, além de ter tentado invadir a casa da ex-esposa em certa ocasião. 

Em entrevista, os jovens afirmaram que o marido da mãe era possessivo e manipulava a policial civil durante o tempo em que os dois ficaram juntos.

Outro caso

No dia 1º de agosto, Jussara Burguez Tonon, de 46 anos, foi morta a tiros pelo ex-marido José Roberto Leandro, de 54 anos, no meio da rua, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. O assassino tirou a própria vida pouco tempo depois de cometer o crime.

A mulher possuía uma medida protetiva contra o ex-companheiro, mas mais uma vez o recurso se mostrou ineficaz em proteger vítimas de feminicídio. Segundo familiares de Jussara, o homem não aceitava o término do relacionamento.

Os parentes também pontuaram que foi muito difícil para ela conseguir se “desvencilhar” e colocar um fim no casamento, mas que Jussara tomou coragem e não desistiu. No entanto, ainda conforme os relatos, o ex-marido transformou a vida dela em um inferno até finalmente assassiná-la.

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