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No Rio de Janeiro! Mãe e filha são presas com R$ 4,2 milhões em drogas sintéticas

A apreensão resultou na descoberta de cerca de 60 mil comprimidos de ecstasy e 9kg de MDMA.

Por Renata Nicolli

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Uma mãe e sua filha foram presas com uma quantidade expressiva de drogas sintéticas no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro (RJ), na manhã deste domingo (28).

A apreensão resultou na descoberta de cerca de 60 mil comprimidos de ecstasy e 9kg de MDMA, um análogo da anfetamina com efeitos alucinógenos, totalizando um valor estimado em R$ 4,2 milhões.

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Mãe e filha presas com drogas em aeroporto chegavam de um voo de Paris

A mãe e a filha chegaram no Brasil em um voo proveniente de Paris, na França, com conexão em Portugal. Ambas as passageiras são brasileiras, e tem 47 e 23 anos, respectivamente.

Após passarem pelo raio-x, os agentes da Receita Federal suspeitaram do conteúdo das malas das mulheres, e ao realizarem uma análise mais detalhada descobriram a presença de um fundo falso contendo pacotes considerados suspeitos.

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As passageiras foram submetidas a uma inspeção minuciosa de suas bagagens, e durante a revista foi confirmado a presença de drogas nas bagagens.

Um narcoteste preliminar confirmou a presença de ecstasy e MDMA, e a Receita Federal acionou imediatamente a Polícia Federal para realizar a prisão das envolvidas.

Relembre o caso da ‘vovó do crime’, uma traficante internacional de drogas presa nos EUA

Uma mulher apelidada de vovó do crime foi desmascarada após passar anos enganando sua família e colegas de trabalho. Joanne Marian Segovia, de 64 anos, foi acusada de administrar uma quadrilha global de fentanil enquanto trabalhava para um sindicato de polícia nos EUA.

Familiares e conhecidos de Segovia se mostraram incrédulos com a acusação, e afirmaram que ela levou uma vida dupla digna de Walter White, personagem principal da série ‘Breaking Bad’, sem que ninguém desconfiasse de sua atuação no tráfico de drogas.

Segundo a investigação, entre o final de 2015 e janeiro deste ano, a ‘vovó do crime’ recebeu em sua casa, localizada em um condomínio fechado de San Jose, na Califórnia, pelo menos 61 carregamentos de drogas ilegais de Hong Kong, Hungria, Índia e Cingapura.

Ela trabalhava como diretora executiva da Associação de Policiais de San Jose e, conforme alegado na denúncia federal, usava os computadores pessoais e do escritório para encomendar milhares de comprimidos de opioides e outras drogas, que eram recebidas em sua casa e depois despachadas para todo o país.

Segovia negou as acusações e afirmou que a verdadeira mentora do tráfico era sua governanta, uma “amiga da família” que supostamente sofria de um distúrbio de abuso de substâncias. Ela foi afastada do sindicato e responderá o processo em liberdade. Se condenada poderá pegar até 20 anos de prisão.

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