No mês de janeiro, Moïse Kabagambe foi morto no estado do Rio de Janeiro (RJ) ao ter ido até o serviço em que estava atuando para cobrar o seu patrão dos salários atrasados. No entanto, a mãe do congolês afirmou que ele demorou mais tempo para chegar em casa e foi quando começou a se preocupar. Algumas horas depois, ele foi encontrado morto próximo ao local de trabalho com as pernas e mãos presas. Vídeos que estavam circulando nas redes sociais mostram que homens estavam o batendo mas devido à baixa qualidade das imagens, ainda não é possível descobrir quem foi o responsável pelo caso. Não tardou para que a embaixada do país em que veio Moïse Kabagambe se manifestasse e pedisse explicações ao Brasil.
Internautas e pessoas que acompanharam o caso acreditam que o chefe do homem teria cometido o crime para não pagar os salários que estavam atrasados e deixou ele morrer sem prestar o atendimento necessário. No entanto, o chefe nega essa possibilidade.
Moïse
E, durante a última segunda-feira (14), o caso foi relembrado pelos integrantes da Comissão de Direitos Humanos do Senado e da Câmara Federal que solicitaram uma o investigação aprofundada sobre o assunto para descobrir o que aconteceu com as imagens do quisto que em que o homem estava trabalhando e quais relações ele tinha com o dono. Até o momento, ao menos três homens já foram presos devido à agressão, mas estima-se que mais pessoas fizeram parte.
