Desde a última quinta-feira (10), as entidades que representam os caminheiros estão criticando a Paridade de Preços Internacionais (PPI) que foi aprovada durante o governo de Temer que determina que a Petrobras poderia variar os preços de seus combustíveis de acordo com o mercado externo. E, como consequência, após os Estados Unidos terem declarado que haveria a sanção aos russos, houve um aumento para US$ 140 dobre cada barril. A estatal afirmou que os atuais preços que estavam cobrando estavam defasados para o mercado e que por isso acabava sendo necessário que fizessem um reajuste
Caminhoneiros
A empresa estava há mais de 57 dias sem realizar nenhum aumento depois que o valor do litro superou a marca de R$ 7 em ao menos 20 estados brasileiros.
O Chorão, que é um dos líderes do setor, afirmou que não era apenas uma função da categoria em se manifestar a favor da greve e que toda a população também deveria ir para as ruas, visto que também estão sendo prejudicados.
Nesta segunda-feira (14) está sendo previsto que haja a reunião de sindicatos do setor para determinar se haverá ou não greve contra os atuais reajustes que foram informados na quinta-feira (10) em que a gasolina deveria aumentar 10% enquanto o diesel teria uma variação ainda mais drástica de 25%.
Bolsonaro já criticou os preços da estatal durante a última semana ao falar em sua live semanal que não poderia fazer nada para controlar a situação e que isso tem a ver com políticas que foram adotadas durante o governo do PT.
