Até o último sábado (12) ao menos seis cidades do Paraná haviam publicado um decreto que ia contra o que estava previsto pelo estado em relação ao uso obrigatório de máscaras sendo elas Irati, Arapongas, Marechal Cândido Rondon, Tomazina, Itaipulândia e União da Vitória. Vale salientar que em Irati foi decretado pela prefeitura que os cidadãos teriam a máscara como ponto facultativo, tendo a alternativa de escolher entre usar ou não.
A decisão foi tomada após outros estados como Santa Catarina terem liberado o uso tanto em espaços privados quanto abertos com o argumento de que o número de internados nos leitos de UTI, Unidade de terapia Intensiva, haviam sido alterados de forma drástica. Sem contar ainda que mais de 80% de toda a população adulta já teria sido vacinada contra o vírus da Covid-19. Os estabelecimentos catarinenses também pararam de contar com horários de restrição ao mesmo tempo em que não são mais obrigados a exigir o comprovante de vacinação.
A cidade de Brusque, Guabiruba e Balneário Camboriú já havia decretado o fim do uso obrigatório de máscaras ainda na terça-feira (08).
O município de Tomazina, no norte do estado do Paraná, não exige mais o uso de máscaras desde o dia 07 deste mês, decisão que levantou questionamentos dos grupos de oposição ao governo que argumentam que estariam indo contra as regras previstas pelo governador. No entanto, Jair Bolsonaro já havia deixado a liberação para as cidades serem autônomas em suas decisões.
