Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, foi proibido pela Suprema Corte dos EUA, nesta quinta-feira (13), de ter criado um projeto para exigir que todos os integrantes das empresas privadas tomassem a vacina contra a Covid-19. A decisão teria sido tomada após um aumento dos casos do vírus no país.
Somente nas últimas 24 horas foram mais de 2200 mortes registradas e mais de 890 mil novos casos. Em apenas dois anos de isolamento social e aparecimento deste novo vírus, os Estados Unidos enfrentaram o número de 846 mil óbitos e de 64,1 milhões de contaminados.
Neste contexto, apenas 75,3% da população estadunidense está com a primeira dose da vacina tomada e muitos ainda se negam a tomar devido ao medo de que pode “ocasionar mutações genéticas”. Destes que tomaram, ao menos 62,8% tomaram a segunda dose, enquanto cerca de 12% tomou a dose de reforço que é aplicada de 2 a até 4 meses após as duas primeiras vacinas.
De acordo com o informado pela Casa Branca, a nova lei previa que os funcionários que não fossem registrados com a vacinação tivessem que, ao menos, uma vez por semana estarem recebendo testes para saber se foram infectados e teriam que, obrigatoriamente, usar máscaras para impedir o contágio e transmissão para pessoas que trabalham no mesmo ambiente.
Os Estados Unidos estão na lista de países com mais mortes da Covid-19 no mundo, ganhando até mesmo do Brasil que tem cerca de 22,5 milhões de casos registrados e mais de 621 mil óbitos. A Índia vem em terceiro lugar com 485 mil mortos.
