Uma mãe foi presa por suspeita de envolvimento em abusos sexuais contra sua própria filha em Pitangui, no Centro-Oeste de Minas Gerais. Além da mulher de 45 anos, o padrasto da vítima, de 33 anos, também foi detido.
De acordo com a Polícia Civil, a adolescente, que atualmente está com 16 anos, começou a ser estuprada pelo padrasto quando tinha apenas 13 anos de idade e morava com o casal.
Os abusos sexuais ocorreram em diversas ocasiões e a investigação aponta que a mãe tinha conhecimento sobre a situação e ainda tentava influenciar a filha a mudar a versão dos fatos.
“Há indícios de que a mãe tinha conhecimento dos fatos e não tomou nenhuma medida para proteger sua filha. Além disso, os levantamentos indicam que a mãe também participou dos abusos quando a vítima já tinha 14 anos”, disse o delegado Douglas Taveira.
Durante a apuração do caso, o padrasto confirmou que os abusos sexuais começaram quando a enteada tinha 13 anos, mas alegou que os atos eram consentidos, o que a vítima nega.
Já a mãe declarou que ficou sabendo que a filha era estuprada pelo padrasto quando a menina já tinha 14 anos.
A guarda da adolescente foi retirada da mãe suspeita de abuso sexual contra a própria filha e atualmente ela vive com o avô.
Em maio deste ano, uma mãe foi presa por suspeita de deixar que sua filha, um bebê de 1 e 8 meses, fosse estuprada por um empresário em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
A mulher de 25 anos foi detida por favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança e adolescente e estupro de vulnerável. A polícia aponta que a avó materna da criança também sabia dos abusos e dava suporte à exploração da neta para se beneficiar financeiramente.
O homem está preso desde abril e foi indiciado por exploração sexual infantil e estupro, pornografia infantil e fraude processual. Ele é suspeito de produzir material de pornografia infantil para venda e uso pessoal. O empresário nega os crimes.
No mesmo mês, uma mãe foi presa por permitir o abuso sexual de sua filha de 11 anos por um homem de 52 na cidade de Ferros, na região Central de Minas Gerais, em troca de bebidas, comidas e outros agrados.
A investigação apontou que a mãe permitia o abuso sexual da filha e encobria a situação para evitar que o pai da menina soubesse. Em troca, ela pedia bebidas, comidas e outros agrados.
