Durante a última semana, o governo federal anunciou que estaria realizando a liberação da possibilidade tanto de quem é beneficiado com o Auxílio Brasil até mesmo pelo BPC, Benefício de Prestação Continuada, para que seja possível, a partir de agora, fazer a solicitação de empréstimo consignado em que o valor deve ser descontado diretamente no programa pago governo, como acontece com os aposentados. Os juros são mais em conta ao mesmo tempo em que existe a alternativa de comprometer até 40% da renda.
O Benefício de Prestação Continuada (BPC) paga o valor de até um salário mínimo para os grupos que contam com alguma deficiência mas que não conseguem se aposentar por invalidez e até mesmo para aqueles que estão com mais de 65 anos de idade e que não se aposentaram pela falta de continuação que deve ser de ao menos 30 anos.
Não se trata apenas de um boato que está sendo espalhado pela mídia devido ao fato de que houve a publicação de forma oficial no site do Diário Oficial da União, DOU, durante a última sexta-feira (18) junto à publicação sobre a margem do consignado que foi criticada por especialistas que argumentam que poderia fazer com que o aposentado tenha mais dificuldade para manter as suas finanças estáveis.
Vale salientar que tanto as pessoas que são beneficiadas pelo BPC quanto aqueles que recebem o valor do piso do Auxilio Brasil ou mais poderão ter o desconto do empréstimo consignado diretamente na parcela do benefício como forma de pagar menos juros devido ao fato de que não é provável que haja o esquecimento.
De acordo com dados que foram compartilhados pela Defesa Civil ainda neste domingo (20), algumas horas depois que houveram os excessos de chuva, é estimado que algumas regiões da cidade de Petrópolis tenha chovido mais do que era estimado para todo o mês de março e a chegada do outono. Durante o mês de fevereiro, a região localizada no Rio de Janeiro já havia sofrido com o excesso de chuva que designou centenas de mortes e feridos.
Em imagens que foram compartilhadas nas redes sociais referente às chuvas de fevereiro, os carros aparecem sendo puxados com intensidade pela chuva ao mesmo tempo em que há pessoas usam enxadas para conseguir superar os seus pertences e entes queridos que haviam sido soterrados.
São Sebastião, que está localizado no município, teria batido a marca de 371.2 milímetros de água sendo que o destino para o mês era abaixo de 200 mn. A Vila Felipe teria enfrentado a mesma situação ao ter registrado a faixa de 307 m em apenas 12 horas.
Desde o mês de fevereiro é estimado que a cidade tenha contado com mais de 70 deslizamentos diferentes em poucas horas de duração de chuva. Ao todo, estima-se que 300 comércios tenham sido prejudicados pela entrada de água no estabelecimento.
O julgamento aconteceu na cidade de Planalto, no Norte do RS e teve a duração de apenas 11 minutos visto que a defesa da mulher teria saído do tribunal sem que houvesse a permissão da juíza para tal. Agora, está sendo estimado que o grupo de advogados seja penalizado com a aplicação de multas. O palco teve que ser desmontado logo em seguida.
De acordo com o que estava sendo afirmado pela defesa da mesma, que está rodando desde o ano de 2020 no mês de maio, o pai teria sido o culpado por ter matado o menino visto que teve um áudio suspeito em seu celular por volta da meia noite. A acusada nega essa possibilidade e argumenta que a própria mulher, que chegou ao local acompanhada de policiais, teria assumido o crime dez dias depois que o corpo do menino já havia sido encontrado na casa de uma vizinha.
O caso do menino Rafael Mateus Winques levantou curiosidades no estado do Rio Grande do Sul, RS, porque a sua mãe teria dado um calmante e o enforcado logo em seguida. Posteriormente, a mulher teria colocado o corpo do menor de idade dentro de uma caixa e, somente então, jogado fora para que ele não fosse descoberto. No dia em que foi prestar depoimento para a polícia, ela teria dito que a criança estaria indo dormir e que no outro dia não estava mais em sua cama.
A mulher teria colocado o corpo do menor de idade dentro de uma caixa onde jogaria no terreno de uma vizinha para ser encontrado dez dias depois. Devido a isso, além de ser condenada por assassinato, a mulher teria sido acusada de ocultação de cadáver.
Sua mãe teria criado uma série de versões para justificar a morte do menor de idade, Rafael.
Durante a última sexta-feira (18) o dólar fechou o dia sendo cotado a R$ 5,01. No entanto, ainda nesta segunda-feira (21) mesmo que não houvesse o fim do pregão, houve a queda ainda mais expressiva do mês de março em que a moeda norte-americana voltou a ser cotada com o valor na faixa de R$ 4,94, tendo uma desvalorização acumulada na faixa de 10%.
A queda está acontecendo por uma série de motivos neste ano, desde o aumento expressivo de investidores no brasil até mesmo em relação ao aumento da taxa de juros básica que está prometendo que os investidores teriam mais retorno sem que tenham que aplicar diretamente na Bolsa de Valores e nas empresas do país.
A moeda também está desvalorizada perante a crise que está acontecendo entre a Rússia e a Ucrânia que já deixou centenas de mortos e refugiados. Os conflitos estouraram no dia 24 de fevereiro e o conflito durou praticamente um mês. Já no dia 28 do mesmo mês, houve a apreensão de imagens de satélites que mostram que as tropas russas estavam a menos de 30 km da capital e que estariam se aproximando em breve.
De acordo com as previsões que até então estavam sendo levantadas pelo boletim Focus, era estimado que o valor da moeda norte-americana ficasse próxima a cerca de R$ 5,3 no ano de 2022.
O aumento da valorização do real também está acontecendo em uma situação em que a bolsa de valores do Brasil está enfrentando uma alta de 7%, a B3. Enquanto isso, o Ibovespa se recupera de uma parte da queda que foi sofrida em 2021 devido a dificuldade do país em se recuperar da pandemia.
Desde a última semana, só servidores do Banco Central estão realizando paralisações das 14 horas até as 18 horas como forma de protesto para que haja o aumento salarial dos salários dos servidores. Em suma, as cartas estão exigindo que haja um aumento mínimo na faixa de 19,9% e chegam a solicitar até mesmo 26% de aumento.
Segundo o que foi informado pelo Fábio Faiad, presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), as paralisações em forma de protesto se iniciaram durante a última quinta-feira (17) e estão previstas para se prolongarem até a terça-feira (22) , até quando haverá um encontro para determinar sobr a possibilidade de aumento salarial ou não. Caso haja a recusa de reajuste, a manifestação pode durar por mais dias.
Os peritos do INSS, assim como os servidores do Banco Central, afirmam que desejam o mesmo reajuste salarial. |As pressões começaram logo depois de o presidente da República, Jair Bolsonaro, ter decretado que haveria um aumento de 33% sobre o salário de pedagogos em escala nacional. No entanto, de acordo com o chefe do Executivo, o aumento não poderia ser ocasionado por todos os setores ao mesmo tempo.
Banco Central
Faiad afirma que ao menos metade dos substitutos que estão fazendo parte dos cargos de confiança já pediram a retirada do nome das portarias.
Os servidores do BC estavam decidindo a escolha do novo presidente do Banco Central para que houvesse uma nova retomada de compreensão sobre como funcionavam os aumentos. No entanto, até agora não houve a marcação de nenhum tipo de reunião como era o estimado pelos profissionais de economia e tecnologia da informação.
Foi informado aos servidores que também devem se encontrar com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, dentro de poucos dias.
Problema de Educação: O problema de educação do presente projeto são as exclusões praticadas no currículo escolar. Por exclusão entende-se: exclusões de gênero; étnico-raciais; socioculturais e por deficiências.
Causas do problema de educação – as exclusões do currículo escolar
O currículo não é um elemento inocente e neutro na construção e disseminação do conhecimento. Ele é resultado de diversas escolhas, que representam os valores de um grupo social em um determinado momento.
Não é imutável ou eterno, pois possui história, sendo modificado de acordo com as transformações e os interesses dos grupos sociais que o estabelecem (SCHMIDT, 2003). Como não é possível contemplar no currículo todo o tipo de conhecimento existente, são feitas seleções.
Nesse trabalho, tratamos de alguns temas que consideramos a presença necessária no currículo escolar brasileiro, mas que foram ou correm o risco de serem excluídos. O enfoque, contudo, é nas causas que motivaram essas exclusões.
A primeira exclusão é da discussão sobre as estruturas e organizações sociais, sobretudo no que diz respeito à desigualdade. É possível identificar as teorias pedagógicas não-críticas como sua causa. As teorias pedagógicas podem ser divididas em não críticas, também conhecidas como liberais, e críticas, que vieram como uma forma de contraposição às alternativas existentes anteriormente (SAVIANI, 1999).
Dentre as teorias não críticas, há o tradicionalismo que esteve presente durante o século XIX no Brasil e dura até os dias atuais: essa estrutura possibilita que as escolas consigam atender à alta demanda de alunos. A principal metodologia das escolas tradicionais é a transmissão oral e assimilação dos alunos, elas contam com o professor sendo o foco principal e hierárquico.
Em suma, as experiências de vida dos estudantes não são levadas em consideração. Também existem as escolas técnicas, que criticam o ensino “teórico e não necessário” e priorizam o estudante dentro da fábrica, ignorando, em partes, suas experiências de vida e questões humanísticas (SILVA, 2006).
Nesse sentido, as pedagogias liberais entendem que a função da escola é preparar os indivíduos para a sociedade, excluindo do currículo questões acerca da desigualdade social.
Outra exclusão presente nos currículos é a da cultura das classes subalternas. A escola privilegia a cultura da classe dominante, criando o que Bourdieu (2011) denominou de capital cultural.
O capital cultural gera uma vantagem para os estudantes da elite, uma vez que compreendem com mais facilidade o conteúdo estudado, contribuindo para a constituição do sistema de ensino como uma violência simbólica contra a população mais pobre.
A discussão sobre gênero também sofre tentativas, algumas vezes bem-sucedidas, de exclusão dos currículos. As construções sociais de gênero têm papel fundamental no estabelecimento das estruturas sociais e organização de poder, além de serem responsáveis pela violência de gênero.
Sendo assim, é imprescindível que esse tema faça parte do currículo escolar. No entanto, ele é amplamente combatido por grupos reacionários e religiosos que utilizam como argumento a defesa da “família tradicional”, alegando que a chamada “ideologia de gênero” seria uma ameaça às crianças, pois têm como objetivo a implantação de uma “ditadura gay” por meio da doutrinação dos professores.
Essas reações têm fundamentação, sobretudo, no desejo de manutenção do status quo, uma vez que questionar as normas de gênero implica em formular novas possibilidades de organização social e de poder. (BONFANTI, GOMES, 2018).
Há também o problema do colonialismo implícito no currículo, onde não são representadas visões nativas brasileiras ou negras, dando enfoque majoritariamente nas narrativas brancas colonializantes, sendo elas visões degradantes ou que menosprezam as vivências e culturas nativas e negras, ambas diversas dentre si e fundamentais para a formação do que podemos conceituar como Brasil e brasileiros, esse enfoque também se enquadra nos interesses da elite dominante que por si, é majoritariamente branca, sendo assim é vantajoso a promoção de uma narrativa histórica que privilegie o lado branco dominante (BANIWA, 2019)
Essas exclusões do currículo, portanto, são resultado dos valores de uma população e da percepção que ela tem sobre educação e o que deve ser ensinado nas escolas. Observa-se, entretanto, que essas exclusões estão ligadas à supressão de minorias que, na verdade, compõem a maior parte da população brasileira.
Nesse cenário, a educação deixa de ser instrumento de libertação e se torna meramente reprodutora das estruturas sociais e da desigualdade, contribuindo com o desejo da elite de manter a sua posição dominante.
Apesar de a legislação educacional amparar os professores no ensino de uma percepção crítica acerca da realidade, esses, muitas vezes, sofrem ataques ao discutirem desigualdade, gênero, raça e outros temas em sala de aula.
Esses ataques persistem devido à ampla recepção da ideologia da elite que, na intenção de conservar sua posição social, distorce os valores educacionais, fazendo com que parte da população lute contra seus próprios interesses e sua libertação.
O currículo é excludente devido à própria constituição da instituição escolar. Entende-se que essa constituição se dá a partir de dois eixos. O primeiro eixo seria a disciplina, que normaliza os corpos.
A disciplina impõe um padrão de comportamento a partir da vigilância e um sistema de punição e recompensa. Sendo assim, exclui-se aquilo que não é propício para a formação de um corpo dócil e eficiente. O segundo eixo, por sua vez, seria a concepção do ser humano como um ser racional.
Essa definição é construída nos séculos XVII e XVIII e pressupõe que a razão é universal a todos os seres humanos, ou seja, existe um conhecimento verdadeiro que independe da cultura. Quando a escola assume essa premissa, o currículo passa a se basear nesse conhecimento verdadeiro, imutável, científico; possibilitando que os alunos alcancem a maioridade ou esclarecimento.
São excluídos do currículo todos os demais conhecimentos. A escola, nesse sentido, surge num contexto de padronização e exclusão, o que acaba por refletir em seu currículo. O fenômeno da exclusão curricular, portanto, não é algo limitado às problemáticas recentes, mas é inerente à constituição da escola.
Conceito de educação
Educação deve ter o poder de emancipar o estudante e o educador, fazer com que ele se torne capaz de ir atrás do conhecimento sozinho. E, neste processo, o professor deve ser visto apenas como um intermediário, como aquele que está presente para ajudar o estudante a encontrar os seus objetivos.
Diferente do que costumamos pensar na maioria das vezes, o estudante possui a capacidade de encontrar o aprendizado sem a explicação do professor. Por isso, a gamificação e até mesmo os livros poderiam ser essenciais neste processo, que não é fácil, mas garante resultados satisfatórios.
Na obra do autor Ranciere, conseguimos ter uma noção do que se trata a educação da autonomia: os alunos conseguiram aprender francês sozinhos, mesmo sem que o professor estivesse lado a lado acompanhando e explicando a língua. O aprendizado veio através de análises e trabalhos em grupo. Foram muito além do que o mestre esperava, mostraram ser muito mais capazes.
Quando o professor tenta ensinar apenas com suas explicações, com seus pontos de vista, acaba puxando o estudante para baixo de suas asas e, em muitos casos, impede-os de se tornarem autônomos na busca pelo conhecimento e emancipação. O educando aprende, assim, somente uma versão, sente a necessidade de alguém do seu lado para que consiga entender, compreender ou associar algo. A educação também trata de abrir caminhos, não de puxar para baixo das asas.
Por isso, é mais que necessário que o professor ajude o aluno com as ferramentas (livros, dicas, auxílios), mas que não entregue tudo pronto e já feito. É importante deixar com que o estudante siga a sua trajetória, veja as coisas por ele mesmo. Ao invés de ensinar pela explicação, educar pela problematização.
No entanto, não podemos entender o professor como apenas alguém que está disponível para ensinar aquilo que o estudante deseja aprender. É isto que Gert Biesta chama de educação como transferência econômica, pois o professor presta um serviço (educação) conforme o desejo de seu cliente (estudante).
Quando isso ocorre, despreza-se a formação do professor como alguém capaz de identificar não apenas o que o estudante quer, mas também aquilo que ele necessita. Provocá-lo, questioná-lo para que reflita sobre a realidade e não apenas estude o que corrobora aquilo que ele já pensa.
Segundo Paulo Freire, Educação também é um ato político, uma prática intencional e consciente (práxis) com o objetivo de transformar a realidade social.
Ela não deve simplesmente reproduzir as desigualdades ou adaptar o aluno à estrutura social vigente, mas sim, possibilitar que ele tenha um entendimento crítico da realidade para que para que possa transformá-la.
Além disso, considerar a multiplicidade de inteligências e de conhecimentos também é importante. Quando se parte da premissa de que há apenas um tipo de conhecimento verdadeiro/válido, privilegia-se uma parte pequena da população, relegando aos outros uma posição inferior, de menos capazes ou inteligentes.
Devemos entender que a humanidade, ao longo da história, constituiu-se de vários grupos que construíram diversas formas de entender e se relacionar com a realidade à sua volta. Inferiorizar essas formas de conhecimento é transformar o ato de educar em doutrinação.
A educação deve partir do conhecimento que o aluno já possui e desenvolvê-lo, não apenas depositar conteúdos nele para que ele absorva como uma esponja. Nesse sentido, educar também é reconhecer as diferenças.
Novamente, segundo Paulo Freire,A educação é uma resposta da finitude da infinitude, essa afirmação explicita um argumento que pretende explicar o papel da educação, onde o ser humano é um ser inacabado, porém consciente, sendo consciente ele busca entender-se, essa busca por entendimento próprio é a raiz da educação, logo relata Freire, a educação é possível para o homem, porque este é inacabado e sabe-se inacabado. Isto o levaria à sua perfeição.
Portanto, o ser humano presume a educação quando tenta se entender, passando assim ao longo do tempo o conhecimento de si para os próximos, assim pode-se declarar que a educação não se pratica no âmbito individual e sim em uma coletividade de conhecimento, como afirma Freire quando diz que o homem não é uma ilha, mas sim comunicação. Logo, há uma estreita relação entre comunhão e busca.
Planos de aulas
Disciplina: História
Ano: 1 ano do Ensino Médio
AULA 1
Proporcionar uma roda de conversa com os estudantes sobre a realidade deles, sua visão de mundo e os problemas que consideram relevantes. Pode-se perguntar o que eles gostam de fazer no tempo livre, se trabalham, se tem o hábito de ler, quais conteúdos consomem em livros/filmes/música/redes sociais o que acham da escola/professores/coordenação, a relação com a família, qual sua opinião sobre a cidade e a comunidade, o que pensam sobre política, o que acham que poderia ser melhorado na escola/cidade/país, entre outras.
Objetivo: entender a realidade do estudante e como ele a enxerga, para que o processo educativo aconteça a partir disso, conforme a epistemologia freireana. Também entender melhor como ele vivencia o espaço escolar e o processo educativo, com o objetivo de respeitar a sua individualidade e para que nem o estudante e nem os temas que permeiam a sua realidade sejam excluídos do currículo escolar.
AULA 2
Estender o diálogo do entendimento que o estudante tem da realidade ao entendimento que ele possui sobre História e História Antiga.
Objetivo: continuar a diagnosticar caminhos possíveis para traçar no processo educativo que partam do conhecimento prévio e da realidade do estudante.
AULA 3
Identificação de um problema. Propor que os estudantes escolham, em grupos com interesses comuns, um problema de sua realidade e busquem uma relação com a História Antiga.
Objetivo: possibilitar que os estudantes construam o conhecimento de forma emancipada, com pesquisa e sem transmissão de conteúdo por parte do professor. A escolha do tema relacionado à realidade do estudante também pretende possibilitar mais autonomia e envolvimento, e menos exclusões e aplicação de um currículo universal de conhecimento.
AULA 4
Pesquisa dos grupos sobre o tema escolhido. Discussão entre a turma e orientação do professor.
Objetivo: Aprofundar a pesquisa e produção de conhecimento, de forma emancipada, e troca de conhecimentos entre os estudantes e professores.
AULA 5
Produção de material informativo com os resultados das investigações. Os grupos devem confeccionar uma publicação para redes sociais com um resumo do seu tema, investigação e resultados.
Objetivo: Que os estudantes desenvolvam uma síntese de processo de investigação e do que aprenderam. Compartilhar o conhecimento e estabelecer diálogo com a comunidade externa.
AULA 6
Socialização dos resultados com a turma e debate sobre o material informativo e o processo como um todo.
Objetivo: Que os professores e estudantes dialoguem com o tema/investigação/resultado de cada grupo, proporcionando um aprendizado coletivo.
Durante essa segunda-feira (21), a Estacio Part (YDUQ3) está atuando com queda de 0,1% após o anúncio de que estaria comprando uma nova leva de ações da marca. Em suma, a variação do mês de março já é negativa e está com queda de 17% quanto no ano houve a perda de ao menos 38% do valor da instituição no Ibovespa.
Mín — Máx (Dia)
17,42 – 18,24
Variação (Dia)
-0.11%
Variação (Mês)
-17.41%
Variação (2022)
-14.64%
Variação (52 semanas)
-36.18%
A queda constante da Yduqs (YDUQ3) na bolsa de valores está acontecendo perante um momento em que a empresa está a cada trimestre entregando resultados que estão abaixo do que é esperado pelos acionistas. Devido a isso, declararam que estavam fazendo a compra de até 20 milhões de ações ordinárias, o que seria o equivalente a cerca de 6% da marca na bolsa de valores.
Seguindo o que foi firmado pela instituição, é estimado que o processo de recompra das mães tenha a duração de até 18 meses, podendo se estender até o mês de setembro do ano de 2023.
Existem vários motivos pelo qual uma empresa como a Yduqs (YDUQ3) podem estar comemorando o valor de suas ações, sendo o principal deles devido a crença de que o valor poderia estar mais barato do que o previsto e mal avaliadas pelo mercado. Mas não é somente isso, algumas instituições afirmam que desejam gerar valor aos seus clientes e base de capital de giro ao comprar para vender com valor maior.
Em suma, quando a instituição decidiu que iria comprar novos papéis na bolsa de valores, é como se ela estivesse contando com a volta de evolução das ações para um álbum chamado de tesouraria. Esse valor de aço que são recompradas podem ser vendidas e impostas novamente pelo mercado posteriormente com valores maiores. Ou seja, nada mais é do que uma tentativa de fazer com que haja uma recuperação de valor ao acionista e maior entrada de capital para realização de investimentos.
Durante essa segunda-feira (21) está sendo estimado que as ações da Mosaico (MOSI3) não estejam mais disponíveis para negociação na Bolsa de Valores. A empresa Mosaico atualmente estava sendo a dona de portais como o Zoom e o Buscappé que permitiam que haveria uma comparação e análise de preços. Em suma, de acordo com o que foi informado pelo InfoMoney, é estimado que a última negociação do portal tenha acontecido durante a sexta-feira (18).
A saída da Bolsa de Valores, B3, está acontecendo devido ao fato de que em outubro do ano de 2021, o Banco Pan (BPAN4) havia terminado de comprar uma parte da instituição e se tornou a maior. As contas de custódia estão previstas para serem liquidadas até a quarta-feira (23).
Como consequência da retirada da Bolsa de Valores, as ações do banco Pan acabaram tendo uma queda expressiva na faixa de 2,71% até o começo da tarde. O acumulado de valorização em apenas um mês está sendo na faixa de 0,3% enquanto a variação no ano de 2022 chega a uma média de queda em 5,8%. O banco Pan está com perdas acumuladas em 9% depois ter caído no mesmo contexto econômico em que o banco Inter esteve.
Mín — Máx (Dia)
9,90 – 10,38
Variação (Dia)
-2.71%
Variação (Mês)
+0.39%
Variação (2022)
-5.89%
Variação (52 semanas)
-9.83%
Os acionistas que faziam parte do Mosaico deverão ter acesso a ao menos 0,8 de ação do banco Pan como recompensa para a retirada da bolsa.
O objetivo da aquisição de sites de comparação de preços está acontecendo como uma forma de aumentar ao aumento da instituição visto que os portais do Zoom e Buscapé também atuam como afiliados, ou seja, sobre cada vez que é realizada no portal, a instituição consegue ganhar uma parte de comissão que pode chegar a até 10%.
Hoje em dia, ambos os portais, além de mostrarem quais os preços mais em conta, ainda permite que se saiba exatamente o histórico e valores médios do produto para saber se ele está mais alto ou realmente está passando por um pacote de desconto. O que pode acabar ajudando muitos brasileiros durante as compras da semana do consumidor e até mesmo da Black Friday.
O Vale Gás está sendo pago desde o ano de 2021 pelo governo federal no valor de R$ 52, o seu valor é distribuído a cada dois meses como forma de auxiliaria população a conseguir comprar ao menos metade do valor de um botijão que, de acordo com dados compartilhados pela ANP, já está em ao menos R$ 140 depois que houve o reajuste da Petrobras que começou a valer durante o dia 11 de março e teve o aumento de 16% sobre o valor do botijão.
O calendário do Vale Gás é criado em parceria com o Auxílio Brasil que está pagando o valor mínimo de R$ 400 neste ano como forma de movimentar a economia. Em suma, o piso na faixa de R$ 400 está previsto para ser pago somente até o final do ano de 2022.
Veja aqui o calendário completo do Vale Gás para essa semana
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS 1 – podem receber o valor do programa social no dia 18 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 2 –podem receber o valor do programa social no dia 21 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 3 – podem receber o valor do programa social no dia 22 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 4 – podem receber o valor do programa social no dia 23 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 5 – podem receber o valor do programa social no dia 24 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 6 –podem receber o valor do programa social no dia 25 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 7 – podem receber o valor do programa social no dia 28 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 8 – podem receber o valor do programa social no dia 29 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 9 – podem receber o valor do programa social no dia 30 de março;
Brasileiros que podem receber o auxílio mas que contam do o final do NIS NIS com final 0 – podem receber o valor do programa social no dia 31 de março.
Kleber Moraes, que é dono do canal Estilo Dub, costumava usar as suas redes sociais que contavam com ao menos 1,4 milhões de seguidores para ostentar os carros de luxo de valor milionário. Ele já fez publicações de veículos com o valor de ao menos R $3 milhões. O mesmo teria sido preso ainda nesta segunda-feira (21) por lavagem de dinheiro – o crime acontece quando o cidadão tenta ocultar uma parte da sua renda para pagar menos impostos ou fazer com que não se saiba a origem do valor.
“É isso que dá! Ele quis ficar se aparecendo nas redes sociais e acabou até mesmo achando que estava arrasando. Se tivesse ficado quieto com os esquemas, estaria lá agora fazendo os sorteios!”, afirmou uma internauta.
Kleber acabou sendo um dos presos da operação “Huracán”, da Polícia Civil do Distrito Federal. Em suma, o grupo no qual ele fazia parte estava sendo acusado de fazer exposições de jogos de azar e de tentar lucrar com algo que é proibido no Brasil. A associação criminosa também era proprietária de veículos aquáticos e bens como mansões.
Os suspeitos, de acordo com o que foi informado pela polícia militar, eram acusados de fazer a criação de rifas de carro de forma ilegal em que s pessoas deveriam pagsr altos valores para participar. O que acontece é que eles estavam lavando o recurso que estava vindo das rifas para que o governo federal não identificasse o esquema. É como se eles contasse com carros que estavam registrados em nomes de laranjas ou de empresas de fachada.
O portal do Jornal Social, até o momento, ainda teve notícias sobre como será a defesa dos homens que estão presos no Distrito Federal.
Publicação e esquema sempre exposto nas redes sociais – Kleber
Kleber Moraes havia publicado uma série de imagens nas suas redes sociais ainda neste domingo (20) para divulgar sobre a existência de uma rifa de carros. A página não estava mais disposta ainda nesta manhã devido aos dados e que começou a ser muito procurada por internautas que estavam acompanhando o caso. A postagem já havia superado a marca de ao menos 100 mil curtidas e estava atraindo milhares de comentários de pessoas que gostariam de fazer parte.
Foi determinado pela justiça que havia o bloqueio do valor de R$ 10 milhões de bens do influencer e youtuber. Também foi determinado que todos os sorteios e esquemas de lavagem de dinheiro iriam parar por uma nova investigação e bloqueio de relações devido ao fato de que foram suspensos.